Sindalquim faz assembleias em usinas de Orindiúva, Sebastianópolis e Meridiano, nesta semana

Sindalquim faz assembleias em usinas de Orindiúva, Sebastianópolis e Meridiano, nesta semana

Presidente parabeniza os trabalhadores pelo dia 1º de Maio e relembra como iniciaram as lutas, em 1886, em Chicago, nos Estados Unidos, quando milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições

Por: Henrique Fernandes

Os diretores do Sindalquim realizam na próxima quinta-feira (02) e sexta-feira assembleias em usinas nas cidades de Orindiúva, Sebastianópolis e Meridiano. Na quinta-feira, os diretores da entidade vão falar com os trabalhadores das unidades de Orindiúva e Sebastianópolis e na sexta em Meridiano. Na discussão a pauta de reivindicações do setor do etanol de 2019/2020, que tem como data base 1º de maio.  O presidente do Sindalquim, João Pedro Alves Filho,  falou que a campanha salarial deste ano está muito complicada e pede atenção dos trabalhadores.  “Nas três empresas não estamos alinhados ainda. Ainda falta diálogo com o setor patronal.  A questão dos valores das horas intinire ainda continua sendo um fator complicado de ajustar. Isso está tirando o nosso sono. Mas é uma pena que tenha trabalhador que pensa que não é nova legislação trabalhista que fez isso. O trabalhador precisa ficar informado e saber o que está acontecendo no país. Esse ano está bem complicado. Por isso precisamos da união de todos”.

João Pedro parabeniza os trabalhadores pelo dia 1º de Maio e relembra como iniciaram as lutas, em 1886, em Chicago, nos Estados Unidos, quando milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias.  Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes, resultando na morte de vários trabalhadores e deixando dezenas de pessoas feridas. “Não é dia de festa, mas de luta. Parabenizo todos os trabalhadores pelo empenho que possuem. Aos trabalhadores do setor farmacêutico pelo novo acordo, que mantém toda a redação do acordo anterior, aos trabalhadores químicos e aos do setor do etanol. Ainda é necessário muita luta e vamos continuar lutando”.


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